Procurava por uma cura, embora não soubesse o que exatamente estava doente nela mesma. Queria apenas ser... consertada.
Torcia seus medos dentro da cabeça, tentando fazer com que fossem embora, encolhendo ao mesmo tempo os dedos dentro do sapato numa tentativa frustrada de se sentir mais confortável. Eram sempre as mesmas sensações, os mesmos velhos medos, problemas iguais em dimensões diferentes. Aquilo já estava um pouco ridículo, pra ser sincera. Se bem que sinceridade servia de que naquela hora? Era melhor mesmo fugir: pular de pele em pele.
terça-feira, 21 de julho de 2009
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